Travessias de Balsas
| Horário de Funcionamento: 24h |
| Tipo de veículo |
Dias úteis |
Sábados, Domingos e Feriados |
| Motocicletas, Motonetas, Ciclomotores, Carrinhos de Sorvete e Similares |
R$ 7,10 |
R$ 10,60 |
| Automóveis e Camionetes |
R$ 14,10 |
R$ 21,20 |
| Automóveis e Camionetes com reboque |
R$ 28,20 |
R$ 42,40 |
| Ônibus e Caminhões com 2 eixos, Tratores, Tratores com reboque, Traillers |
R$ 49,30 |
R$ 74,00 |
| Ônibus e Caminhões com 3 eixos |
R$ 112,70 |
R$ 169,10 |
| Caminhões com reboque ou semi-reboque |
R$ 141,00 |
R$ 211,50 |
| Veículos transportadores de inflamáveis |
R$ 154,80 |
R$ 232,10 |
| Carros Forte* |
R$ 795,00 |
R$ 795,00 |
 |
ATENÇÃO! Tarifas conforme Resolução conjunta SLT – 001, de 29-06-2012. Entrará em vigor em 01/07/2012.
TARIFA IDA E VOLTA (cobrada no sentido São Sebastião - Ilhabela). |
| |
 |
As bicicletas, bem como seus respectivos condutores, terão isenção de qualquer pagamento. | |
| Horário de Funcionamento: 24h |
| Tipo de veículo |
Dias úteis |
Sábados, Domingos e Feriados |
| Motocicletas, Motonetas, Ciclomotores, Carrinhos de Sorvete e Similares |
R$ 4,60 |
R$ 4,60 |
| Automóveis e Camionetes |
R$ 9,10 |
R$ 9,10 |
| Automóveis e Camionetes com reboque |
R$ 18,40 |
R$ 18,40 |
| Ônibus e Caminhões com 2 eixos, Tratores, Tratores com reboque, Traillers |
R$ 32,20 |
R$ 32,20 |
| Ônibus e Caminhões com 3 eixos |
R$ 73,40 |
R$ 73,40 |
| Caminhões com reboque ou semi-reboque |
R$ 91,80 |
R$ 91,80 |
| Carros Forte |
R$ 363,00 |
R$ 363,00 |
| |
| Guarujá - Santos (Ponta da praia) |
| Horário de Funcionamento: das 6h às 0h |
| Tipo de veículo |
Dias úteis |
Sábados, Domingos e Feriados |
| Passageiros |
R$ 2,30 |
R$ 2,30 |
| Motocicletas, motonetas, ciclomotores, carrinhos de sorvetes e similarea |
R$ 4,60 |
R$ 4,60 |
| Automóveis e camionetes |
R$ 9,10 |
R$ 9,10 |
|
| Horário de Funcionamento: 24h |
| Tipo de veículo |
Dias úteis |
Sábados, Domingos e Feriados |
| Motocicletas, Motonetas, Ciclomotores, Carrinhos de Sorvete e Similares |
R$ 4,60 |
R$ 6,90 |
| Automóveis e Camionetes |
R$ 9,10 |
R$ 13,70 |
| Automóveis e Camionetes com reboque |
R$ 18,40 |
R$ 27,60 |
| Ônibus e Caminhões com 2 eixos, Tratores, Tratores com reboque, Traillers |
R$ 32,20 |
R$ 48,30 |
| Ônibus e Caminhões com 3 eixos |
R$ 73,40 |
Impedido |
| Caminhões com reboque ou semi-reboque |
R$ 91,80 |
Impedido |
| Veículos transportadores de inflamáveis |
R$ 65,10 |
R$ 97,60 |
| Carros Forte |
R$ 181,50 |
R$ 181,50 |
|
| Horário de Funcionamento: das 6h às 0h |
| Tipo de veículo |
Dias úteis |
Sábados, Domingos e Feriados |
| Motocicletas, Motonetas, Ciclomotores, Carrinhos de Sorvete e Similares |
R$ 4,60 |
R$ 6,90 |
| Automóveis e Camionetes |
R$ 9,10 |
R$ 13,70 |
| Automóveis e Camionetes com reboque |
R$ 18,40 |
R$ 27,60 |
| Ônibus e Caminhões com 2 eixos, Tratores, Tratores com reboque, Traillers |
R$ 32,20 |
R$ 48,30 |
| Ônibus e Caminhões com 3 eixos |
R$ 73,40 |
Impedido |
| Caminhões com reboque ou semi-reboque |
R$ 91,80 |
Impedido |
| Veículos transportadores de inflamáveis |
R$ 65,10 |
R$ 97,60 |
| Carros Forte |
R$ 601,00 |
R$ 601,00 |
|
| Horário de Funcionamento: 24h |
| Tipo de veículo |
Dias úteis |
Sábados, Domingos e Feriados |
| Motocicletas, Motonetas, Ciclomotores, Carrinhos de Sorvete e Similares |
R$ 4,60 |
R$ 6,90 |
| Automóveis e Camionetes |
R$ 9,10 |
R$ 13,70 |
| Automóveis e Camionetes com reboque |
R$ 18,40 |
R$ 27,60 |
| Ônibus e Caminhões com 2 eixos, Tratores, Tratores com reboque, Traillers |
R$ 32,20 |
R$ 48,30 |
| Ônibus e Caminhões com 3 eixos |
R$ 73,40 |
Impedido |
| Caminhões com reboque ou semi-reboque |
R$ 91,80 |
Impedido |
| Veículos transportadores de inflamáveis |
R$ 65,10 |
R$ 97,60 |
| Carros Forte |
R$ 601,00 |
R$ 601,00 |
|
| Horário de Funcionamento: das 6h às 0h |
| Tipo de veículo |
Dias úteis |
Sábados, Domingos e Feriados |
| Motocicletas, Motonetas, Ciclomotores, Carrinhos de Sorvete e Similares |
R$ 4,60 |
R$ 6,90 |
| Automóveis e Camionetes |
R$ 9,10 |
R$ 13,70 |
| Automóveis e Camionetes com reboque |
R$ 18,40 |
R$ 27,60 |
| Ônibus e Caminhões com 2 eixos, Tratores, Tratores com reboque, Traillers |
R$ 32,20 |
R$ 48,30 |
| Ônibus e Caminhões com 3 eixos |
R$ 73,40 |
Impedido |
| Caminhões com reboque ou semi-reboque |
R$ 91,80 |
Impedido |
| Veículos transportadores de inflamáveis |
R$ 65,10 |
R$ 97,60 |
| Carros Forte |
R$ 300,50 |
R$ 300,50 |
|
| Travessia - Tarifa por pessoa |
| Travessia |
Valor unitário |
| Guarujá - Santos (Ponta da Praia) (BIDIRECIONAL) |
R$ 2,30 |
| Vicente de Carvalho - Santos (Praça da República) (UNIDIRECIONAL) |
R$ 1,15 |
| Cananéia - Ariri ( turista) |
R$ 45,00 |
| Cananéia - Ariri (residente) |
R$ 5,90 |
|
| Travessia - Tarifa por pessoa |
COMUNICADO
Travessia Guarujá-Bertioga interditada para ônibus, microônibus e caminhões
Informamos que, por razões de ordem técnica e determinação da Capitania dos Portos do Estado de São Paulo, a travessia Guarujá-Bertioga encontra-se interditada para o transporte de ônibus, micro-ônibus e caminhões.
O serviço será normalizado após a conclusão da obra do novo local de atracação.
Comissão aprova projeto para reduzir tempo de espera na fila da balsa
Tempo de espera para o embarque nas balsas seria de até 30 minutos.
Proposta ainda passará por outra comissão antes de ir para o plenário.
Do G1 Santos

Vista aérea da fila da travessia de balsas em Santos (Foto: Claudio Vitor Vaz/A Tribuna de Santos)
Vista aérea da fila da travessia de balsas em Santos (Foto: Claudio Vitor Vaz/A Tribuna de Santos)Vista aérea da fila da travessia de balsas
(Foto: Claudio Vitor Vaz/A Tribuna de Santos)
A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia
Legislativa do Estado de São Paulo aprovou um projeto que disciplina o
tempo de espera nas travessias de balsas no Estado.
Segundo informações da Assembleia Legislativa, o projeto prevê que o
tempo de espera para o embarque nas balsas será de até 30 minutos, sendo
no máximo 15 na fila e outros 15 na área de embarque. Em caso de
descumprimento, o usuário seria isento do pagamento da tarifa.
Em caso de reincidência com o mesmo usuário, que terá o CPF registrado,
a concessionária que opera a travessia poderá ser multada em até 100
vezes o valor da tarifa vigente. O montante arrecadado será revertido ao
Fundo Metropolitano da Baixada Santista.
O projeto ainda prevê monitoramento do tempo de espera e a distribuição
de senhas na fila, com o horário da chegada do veículo ao local, além
da instalação de painéis eletrônicos para que os usuários do sistema
acompanhem os tempos de travessia e de espera. Após o lançamento do
projeto de lei, a Dersa, concessionária estadual, adotou essa segunda
medida.
O projeto de Lei 812/2011, de autoria da deputada Telma de Souza (PT),
foi aprovado no dia 22 de maio. A proposta ainda passará por outra
comissão antes de ir para o plenário.
Obra na Tamoios completa um ano com 35% dos serviços concluídos
Previsão é de mais rapidez na obra após fim da fase de terraplanagem.
Estado mantém previsão de entregar a rodovia duplicada em dezembro.
Carlos Santos Do G1 Vale do Paraíba e Região
Obra deve ganhar mais agilidade após o término da fase de terraplanagem. (Foto: Carlos Santos/G1)
A obra de duplicação da Rodovia dos Tamoios (SP-99), principal acesso ao litoral norte de São Paulo, completa um ano nesta quarta-feira (15) com 35% dos trabalhos concluídos. A maior parte da duplicação será realizada nos próximos sete meses já que o Estado mantém a previsão de entregar a rodovia duplicada no dia 16 de dezembro.
Segundo a Dersa, a expectativa é que a obra ganhe mais agilidade a partir de julho, quando deve ser encerrada a fase de terraplanagem. Laurence Casagrande Lourenço, presidente da empresa responsável pela obra, afirmou ao G1 que a terraplanagem é a etapa mais demorada. Ao todo, a obra vai custar R$ 557,4 milhões aos cofres do Estado, sendo que R$ 193 milhões já foram pagos ao consórcio responsável pela obra.
Temos 35% das obras físicas concluídas e estamos finalizando agora a etapa mais demorada, que é a terraplanagem. Esse trabalho de corte e aterro é mais demorado. Depois disso, a obra será mais rápida e o momento será de atenuar os transtornos ao motorista, explicou.
No final de abril, foram liberados os três primeiros quilômetros de pista duplicada e a previsão da Dersa é de que nos próximos meses sejam feitas a liberação de novos trechos.
Depende muito de condições climáticas, que recentemente tem nos ajudado, mas é possível que em meados de junho tenhamos outros trechos entregues. Podemos ter também pontes e viadutos entregues. O que é certo é que devemos entregar trechos maiores a partir de agora, disse Casagrande ao G1.
Novos trechos duplicados devem ser entregues
nos próximos meses. (Foto: Carolina Teodora/G1)
Conforme novos trechos duplicados forem entregues, a Dersa também deve avaliar uma possível mudança de velocidade, que atualmente tem máxima permitida de 60 km/h - até março, os motoristas podiam trafegar a até 80 km/h na rodovia.
Só será feito isso se houver segurança. Na situação limite a máxima de 80 km/h volta em dezembro, mas à medida que entregarmos grandes trechos e comprovarmos não haver risco, iremos avaliar, afirmou Casagrande.
Serra e Contornos
A obra dos contornos viários de Caraguatatuba e São Sebastião, como prolongamento da Rodovia dos Tamoios, deve ser iniciada até o fim do mês de maio, já que ainda depende de uma emissão de instalação.
Duas empresas venceram a licitação e serão as responsáveis pela construção dos 36,9 quilômetros dos contornos. O primeiro trecho irá ligar o início da Serra do Mar até a Praia Martim de Sá, em Caraguatatuba. Já o segundo trecho irá ligar a Caraguatatuba a São Sebastião, sendo a grande parte da pista em túnel. O prazo para a conclusão total dessas obras é junho de 2016, com custo de R$ 1,35 bilhão.
Já o trecho de serra ainda depende de licença ambiental, previsto para ser obtido até o fim do mês. Deve ser lançado um edital para uma Parceria Público Privado (PPP) e a partir disso deve haver uma definição sobre a possível implantação de pedágio e também como a obra será custeada.
Moradores pedem mais segurança em bairro às margens da Tamoios
Acesso na Vila Amélia, em Paraibuna, foi fechado para obras na rodovia.
Reclamação é que acidentes aumentaram no local após interdição.
Fonte: G1 Vale do Paraíba e Região
Moradores do bairro Vila Amélia, em Paraibuna, realizaram uma manifestação nesta sexta-feira (4) e bloquearam a rodovia dos Tamoios. Eles pedem mais segurança no local, já que o acesso para o bairro foi fechado por causa das obras de duplicação da estrada.
Antes, quem seguia sentido Caraguatatuba pegava um acesso, atravessava por baixo de uma ponte e saia de outro lado para seguir no sentdo contrário sem precisar atravessar a rodovia. Com a interdição, a única forma de acessar o bairro é atravessando a estrada.
"É um bairro populoso, mais de 300 habitantes e foi fechada nossa única passagem por debaixo da ponte e ficamos sem alternativa. Precisamos de segurança, alguma alternativa, um redutor de velocidade, sinalizador de velocidade", pediu a representante da Associação dos Moraodores, Sandra Claro.
Carregando faixas e usando apitos eles fecharam as duas pistas na altura do quilômetro 38 por cinco minutos. "Já aconteceram dois acidentes aqui. Um com vítima grave. Um rapaz, colega da gente, que teve fratura exposta. E é mais para reivindicar isso aí, para ver se melhora essa situação nossa, pelo menos na temporada", disse o agente de trânsito, Ricardo Ribeiro Pimenta.
O operador de máquinas Fábio Alexandre Macedo sofreu um acidente na última semana ao tentar atravessar a rodovia. Ele não consegue andar e vai ficar pelo menos quatro meses afastado do trabalho. "Eu fui sair no cruzamento, o mato estava muito alto e não tinha a visão. Aí, no que eu saí só vi a batida do outro carro, não sei se ele estava para o acostamento ou não. Só vi a batida, não deu tempo de fazer nada", explicou.
Segundo o tenente Luciano Tirelli, da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), a corporação vai se comprometer em melhorar a segurança no local. "Nós vamos estar acompanhando, mantendo uma viatura e analisando a situação do trânsito, especificamente neste local para viabilizar a saída e a chegada dos moradores da região", garantiu.
Outro lado
A Dersa, responsável pelas obras na rodovia dos Tamoios, informou que o trecho na altura da Vila Amélia está sinalizado e que, para aumentar a segurança no local, serão colocadas placas indicando a passagem de pedestres. Disse também que a projeto da Nova Tamoios prevê construção de dois acessos nesse trecho - nos quilômetros 36 e 39 - e também de uma passarela. E sobre o mato alto às margens da rodovia, a Dersa informou que a poda no quilômetro 38 foi feita nesta sexta-feira.
Condições das Rodovias
Mapa ilustrativo do Corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto
Para Emergências 0800-7770070
Rod. Ayrton Senna Leste / Km 15
Litoral Norte

Fique atento às interdições de duas horas na Rodovia dos Tamoios
(SJ dos Campos/Caraguá)
Obras de duplicação da Rodovia dos Tamoios - SP-099.
Todas as terças, quartas e quintas-feiras - no horário das 12h às 14h, entre os km 14 e km 55 - estão previstas detonações de rochas, com consequente interdição total da via.
Segundo a Dersa, o período estimado para execução da obra é de 20 meses.
Informações:
pelo telefone 0800 055 55 10 ou pelo Twitter @novatamoios.
ALTERNATIVAS
As rodovias que podem ser usadas como rotas alternativas na região são a
Mogi-Bertioga (SP-098), Rodovia Rio-Santos (SP-055) e a Oswaldo Cruz (SP-125)
Solução de deslizamentos na Mogi-Bertioga é cara, diz geólogo
Ele destaca que trabalhos feitos são sempre paliativos.
Profissional aponta que duplicação não deveria ser prioridade.
Gladys Peixoto Do G1 Mogi das Cruzes e Suzano
Funcionários trabalham para liberação da Rodovia
Mogi-Bertioga. (Foto: Pedro Carlos Leite/G1)
A interdição da Rodovia Mogi-Bertioga provoca novamente a discussão sobre a segurança e a manutenção correta da estrada. As pistas foram liberadas pelo DER por volta das 18h desta segunda-feira (18).
Para o geólogo Sílvio Pomaro a rodovia estará sempre sujeita a acidentes naturais desse tipo. O especialista justifica que isso acontece porque na época da construção, entre as décadas de 70 e 80, não foram feitos projetos adequados para contenções, especialmente das encostas da Serra do Mar, por onde a rodovia passa. “A estrada é antiga e na época não foi feita como deveria, como a Imigrantes foi executada por exemplo. Não houve um suporte de estrutura de contenção, por isso, a estrada vai continuar sofrendo porque ela não foi preparada para suportar fenômenos naturais, como a chuva intensa”, completa.
O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) suspendeu o tráfego na estrada do quilômetro 77, no município de Biritiba Mirim, até o quilômetro 98, em Bertioga. A interdição começou no domingo (17) por volta das 21h, de acordo com o DER por causa de queda de barreira e de árvores. A lama também invadiu a pista da rodovia nos dois sentidos. O órgão prevê a liberação da estrada na terça-feira (19), mas somente se a chuva cessar.
Nesta segunda-feira (18), muitas pessoas foram surpreendidas com o bloqueio na estrada.
Pomaro acredita que o governo do Estado só vai remediar a questão das encostas e não solucioná-la de forma definitiva por causa do custo. “Quando iniciamos um projeto, ele é adequado em todos os aspectos físicos, químicos e ambientais. Assim se pode construir uma rodovia com baixo risco deste tipo de problema. Mas quando ela está pronta e não foi executada da maneira correta, os problemas são apenas remediados, porque é muito caro para resolvê-los”, avalia.
Na visão do geólogo a Mogi-Bertioga deveria receber atenção especial, principalmente por causa do pré-sal. Ele aponta ainda que antes de duplicá-la, o governo deveria sanar os problemas na estrada.
Chuva provocou deslizamentos em diferentes trechos
(Foto: Pedro Carlos Leite)
Natureza delicada
Pomaro explica que a Serra do Mar no entorno da rodovia tem uma capa de solo pequena e um avanço rápido da vegetação porque é uma área onde chove muito. Por isso, ele aponta que a vegetação cresce muito, mas sem sustentabilidade. “O solo não é profundo e logo embaixo é rocha. Desta forma, as raízes da vegetação não conseguem se fixar com firmeza. Por isso, com as chuvas são comuns deslizamentos que levam um bloco com vegetação, solo e pedras para a pista”, observa o geólogo.
Essa situação, na opinião de Pomaro, faz a drenagem ser muito importante. “A água precisa correr para o lugar certo. Se tem problema de drenagem na rodovia isso provoca o encharcamento de solo, as barreiras são ineficientes e fazem com que as águas corram de forma aleatória, causando esses pontos de vulnerabilidade”, diz Pomaro.
Problema antigo
A rodovia já foi interditada em dezembro de 2009. Uma queda de barreira provocou a suspensão do tráfego nos dois sentidos por 23 dias. O problema foi causado por um deslizamento de terra no quilômetro 89 no trecho de serra. Na época, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) fechou a rodovia para fazer obras de contenção na encosta porque havia o risco de novos desabamentos.
Planos do Estado
Em nota, o DER informou apenas que o órgão fará estudos na região somente após a situação ter sido normalizada na estrada. O DER informou ainda que não há previsão para obras de duplicação na estrada. Na tarde desta segunda-feira (18), uma vistoria será feita nos locais mais críticos da rodovia. Somente depois dessa avaliação, o DER deve infromar se a pista será liberada.
Duzentos e oitenta carros são apreendidos por dia nas estradas
Em todo o ano passado, 102.088 veículos foram apreendidos por irregularidades na documentação, falta de equipamentos obrigatórios ou infrações de trânsito nas rodovias paulistas. O número equivale a 280 veículos apreendidos por dia. Em 2010, foram 64.596 apreensões média diária de 176.
O número de veículos apreendidos cresceu mais de 50%, mas o espaço para o recolhimento não aumentou. O Estado dispõe de apenas 36 pátios credenciados pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER) para atender a uma malha de 22 mil quilômetros de rodovias.
Usuários reclamam do preço cobrado pelas empresas que operam os pátios para a remoção e a guarda dos veículos. Como são distantes entre si, os veículos guinchados acabam seguindo percursos longos e a cobrança é por quilômetro rodado, até um limite de 50 km, ou R$ 212.
O tecnólogo André Luis Zanchetta esqueceu os documentos e teve o automóvel apreendido na Rodovia Bunjiro Nakao, em Ibiúna. Segundo ele, o carro foi guinchado até o pátio de Araçariguama, na Rodovia Castelo Branco. Tive de pagar R$ 126,12 de taxa do guincho e R$ 195,04 de quilometragem.
A professora Elizete Rolim, de Boituva, teve o carro apreendido por atraso no IPVA e reclama que, durante os quatro dias, o veículo ficou ao ar livre, pois o pátio estava superlotado.

O maior número de apreensões se dá por falta de licenciamento
Radares
O número de apreensões aumentou depois que a Polícia Rodoviária Estadual passou a usar os chamados radares inteligentes na fiscalização. O equipamento faz a leitura da placa e, acoplado a um computador, verifica na hora se o veículo tem registro de furto, pendência de IPVA ou licenciamento atrasado. A média de apreensões subiu de 4.490 para 9,4 mil, mais que o dobro. Segundo a polícia, o maior número de apreensões se dá por falta de licenciamento.
O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) informou que os 36 pátios têm capacidade para 41.260 veículos e, em 31 de março, tinham 7.194 vagas disponíveis. Segundo o órgão, a estadia máxima nos pátios é de 90 dias. Após esse período, os veículos sem restrição judicial são leiloados. Neste ano, no entanto, não houve leilão. Segundo o DER, os veículos apreendidos são levados para o pátio mais próximo. Eventual aumento no número de pátios deverá ocorrer só após o fim do contrato com as operadoras, em 2013.
O órgão também alega que os valores dos serviços estão em conformidade com portarias publicadas no Diário Oficial. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Rodovia dos Imigrantes tem velocidade reduzida na serra
Medida foi tomada por agência reguladora para melhorar a segurança na via
Do R7
Celso Junior/Agência Estado
Forte neblina é problema na rodovia
O limite máximo de velocidade será reduzido de 120 km/h para 100 km/h a partir do dia 15 de dezembro na rodovia dos Imigrantes no trecho de serra. Atualmente esse já é o limite entre o km 56,3 e o km 43 e será estendido até o km 39.
Leia mais notícias do R7
De acordo com a Artesp (Agência Reguladora de Transporte do Estado de São Paulo) a medida tem como objetivo para aumentar a segurança da via. A nova regulamentação entrará em vigor com período educativo até o dia 22 de dezembro. Depois desta data, será aplicado multas. Além desta, a agência aprovou outras medidas para o sistema Anchieta-Imigrantes.
As ações têm o objetivo de facilitar o fluxo de veículos e aumentar a segurança viária, principalmente em períodos de neblina intensa. O limite de velocidade será ainda mais reduzido em condição de visibilidade abaixo de 100 metros, passando para 40 km/h a partir do km 48,64, sentido capital (pista norte) da Imigrantes, até o km 43. Será acionada uma nova sinalização luminosa com piscantes em amarelo informando a redução de velocidade.
Nessas condições também será proibida a ultrapassagem dos veículos comerciais nos trechos de serra das pistas norte das rodovias Anchieta e Imigrantes. Os usuários serão comunicados sobre as alterações por meio dos painéis de mensagem variável instalados na rodovia..
Para a fiscalização, a Artesp já aprovou a instalação de um radar fixo na altura do km 41,45 da pista norte da SP 160. O equipamento está em processo de aquisição, assim como um painel fixo de mensagem que será instalado no km 49,33. Desde o dia 16 de setembro, os usuários já contam com mais três painéis móveis que informam sobre as condições de neblina no trecho de planalto e outras instruções de segurança.
Entre as ações já implantadas consta a operação Comboio em Movimento, realizada pela Polícia Militar Rodoviária sempre que a visibilidade atinge cem metros ou menos na pista norte do trecho de serra. Será dada continuidade às operações de comboio nas pistas sul das Rodovias dos Imigrantes, Anchieta e na Interligação Planalto.
Até o dia 15 de fevereiro todas as medidas estarão implantadas. O prazo faz referência ao tempo que será destinado à concessionária comprar os equipamentos novos definidos pelas medidas a serem adotadas.
Fonte: Revista EcoRodovias SP
Destino certo
Ecopistas instala coletores para separação correta do lixo ao longo das rodovias
Vania Delpoio
O empresário paulistano Orlando Yu Wei Liang cruza, pelo menos duas vezes por semana, o corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto. Atencioso, ele reparou uma mudança recente nessas rodovias. Pedágios e postos de apoio aos motoristas contam com lixeiras específicas para a separação de detritos para reciclagem. Sempre com duas sacolinhas em seu carro, uma para resíduos recicláveis e outra para lixo orgânico, Orlando aprova a iniciativa da Ecopistas. "Há muito tempo tenho o costume de separar o lixo que produzo. Comecei por uma iniciativa do condomínio onde moro. É bom saber que, aos poucos, encontramos parceiros em vários setores da sociedade", afirma o empresário.
A concessionária instalou compartimentos em todas as quatro praças de pedágio da Ayrton Senna/Carvalho Pinto; nas três bases de atendimento ao usuário - nos quilômetros 19 (Guarulhos), 92 (São José dos Campos) e 115 (Caçapava); na balança do km 28, região de Guarulhos; e nos pátios de apreensão dos quilômetros 35 e 92.
Por mês, nos mais de 144 quilômetros de rodovias que opera, a Ecopistas recolhe cerca de 40 toneladas de lixo. Diariamente são encontradas embalagens de alimentos, latinhas de alumínio, garrafas PET, papéis, papelão, bitucas de cigarro, restos de peças de automóveis, madeira, sacos plásticos, entre outros. "Esses dejetos, que poderiam ser facilmente reaproveitados ou reciclados, demoram anos para se desfazer, causando prejuízos irreparáveis ao meio ambiente", explica Sílvio Souza, técnico ambiental da Ecopistas.
Três carros de conservação e 14 funcionários são destinados para fazer a coleta do lixo jogado na rodovia. "Além dos resíduos recolhidos na rodovia, todo o lixo produzido em nossas unidades administrativas também são separados e enviados para reciclagem", ressalta Sílvio. Todo o material é dividido entre a Cooperativa de Reciclagem União, em Itaquera, e a Usina de Triagem, em Jacareí. O dinheiro da venda vai para as 50 famílias envolvidas no projeto. Para os usuários que possuem o Sem Parar e, por isso, não param no pedágio, a dica é fazer como o empresário Orlando: sempre carregar uma sacola para armazenar o lixo até encontrar uma lixeira onde o material possa ser depositado separadamente. "Além de ser passível de multa, o ato de jogar lixo pelas janelas dos veículos deixa a rodovia suja, entope os dispositivos de drenagem - que servem para escoar a água da chuva - e atrai animais, o que pode causar acidentes", finaliza Sílvio.